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Mostrando postagens de Junho, 2009

E

"E" não é somente a quinta letra do alfabeto.
Nem apenas a segunda vogal da música.
E é adição... é história!

E ela chegou no seu lugar. Porque lá ela se sentia segura e bem.
E bem na chegada havia uma praça, que há pouco tempo passou por uma reforma. Passou também a ser mais acolhedora.
E na praça haviam pessoas... várias delas e certamente desocupadas.
E no meio dos desocupados estavam os bêbados... que dançavam e tentavam prosseguir na sua loucura passageira... que poderia durar mais tempo, pouparia o dinheiro do ônibus.
E ela seguiu sem caminho, sem ligar para os que estavam ali na tal praça. Sem ligar? Então por que ela reparou em tudo isso?
E na metade do caminho ela encontrou um palhaço, literalmente, que é bem famoso na cidade.
E este palhaço lhe falou algo dispensável, mas ela não o ouviu, pois preferia escutar o som que saia de seus fones.

E assim termina a história. Não. A história continua por um bom tempo ainda.
E assim termina mais um relato de uma vida que ainda tem mui…

digo

Fale o que você pensa mesmo sob o efeito de qualquer substância.
Em qualquer lugar, esquina ou espaço... mesmo que vire um grande lixão de idéias e pensamentos.

O saber

Eu não sei porquê sempre chove em mim.
Só sei que amanhã não vai chover.
Não sei porque vejo uma luz onde nada está aceso.
Talvez seja um dos efeitos.
Não sei porque me atrevo a procurar palavras, ou lembrar das mesmas já que elas somem da minha cabeça, da minha vista, do meu eu.
Não sei o porque da sessão tortura, não sei porque ser tão boba quando se pode ser tão inteligente.
Não sei porque não gosto das mudanças, nem da sídrome de peter pan.

Eu não sei... eu juro que eu não sei!
E não sei se caso soubesse seria diferente.

Preciso de paz, de sôssego, de praia.
Preciso que as ondas levem minha angústia, minha ira, desgosto, insegurança.. tudo que me faz mal.

Queria sumir, mas queria estar lá.
Queria que fosse fácil, cansei de esforços.
Estou somente os destroços.

Pois é!

A colcha

Buenas crianças

Ontem teci uma colcha.
Não, ela não era de retalhos.
Fora feita de palavras, escolhidas com pressa e sem muito raciocínio.
Mas hoje elas me renderam uma bela e magnífica colcha...
Que também não é de retalhos.
Esta fora feita com o mais puro olhar, toda aquela ternura e bom gosto de quem sabe o que faz.

Qual é o seu canto preferido de Ipanema?

“A praia de Ipanema certamente é o melhor lugar por ser ela a melhor companheira em vários momentos. Na angústia vejo toda sua ira, posteriormente a ressaca, mas vivemos mais da calmaria que nos invade e contagia”.

15 de junho de 2009

The bubble

Buenas crianças

Digo que as vezes é muito bom morar na sua própria bolha, construída com detergente de qualidade e que consegue voar bastante por aí sem estourar... apenas sendo admirada pelos olhos que passeiam junto com a leveza de sua existÊncia.

É ótimo ter sua própria personalidade, moral, costumes, etiqueta. Ter sua própria filosofia de vida, your believes, os tais famosos valores.

E mais que isso. Saber usar o silêncio é para poucos. Faço parte deste seleto grupo e quando paro para pensar nisso vem aquela felicidade. Neste momento eu realmente me sinto superior.