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Mostrando postagens de Agosto, 2009

se fué

Buenas crianças

Poemas e crônicas vivas como a grama que cresce e um dia tem que partir.
Mas os poemas continuam ali...
Mesmo que apenas cinzas.

Agosto se foi, mas ano que vem está aí outra vez!

Quero

Não quero dizer algo concreto, pois não quero fazer o esforço de jogar a areia nas pedras e pitadas de água, que na verdade são baldes, mangueiras, muito mais do que se pensa, muito menos do que se precisa.
Não quero respostas, quero apenas soluções milagrosas, utópicas, filosóficas que de fato suprem a falta de novidade, de certeza, a falta de tudo para um final feliz.

Quero o pause ou quero o off.
Quero o dia, a noite.
Quero o sol, a chuva.
E o doce das palavras, da música e do chocolate que me faz feliz.

Novidades com cheiro de bolo caseiro em chá das 5... mesmo vivendo no Brasil da cerveja as 18.

Ó Deus! Ó céus! Help me and be always by my side.

Futuro

Sabe... não gosto de pensar num futuro distante.
Também não gosto de pensar num futuro próximo.
Diga-me para que servem os planos senão para tomar nosso tempo?
E para causar frustação por não conseguirmos realizar tudo que pensamos ser certo.
Gosto de imaginar...
Acho que o "e se" é algo que não sai da minha cabeça.
Pensar num futuro próximo é pensar em planos concretos.
Imaginar é ter opções... é tentar ler pensamentos.
Desde que não sejam pensamentos do futuro.

Eu imagino... mais do que é preciso ou necessário... mas é um vício cuja cura desconheço.

Porque se a imaginação se torna realidade será o fim! Talvez de uma pessoa, talvez de um pensamento, uma fase, um pesadelo.

Sonhe, pense

Tem gente que vive de sonhos
ou vive sonhando?
Vive no tal mundo onde tudo pode
tudo quer, tudo consegue.
Pode ser a tal Pasárgada ou um lugar mais frio.
Aí só dependerá do freguês.
E é tudo nítido... nada de fumaça ou balõezinhos de pensamento.
O sonho é a vida real que ainda não deu certo (assim pensaria o otimista.)

E aí eu paro e penso
Mas na verdade não gosto de pensar
Penso que tenho preguiça de pensar
Na verdade sinto medo, recheado de mal estar
Medo de entrar neste mundo e enluquecer
E de lá nunca mais voltar.

O sonho é a vida desejada que não s tornará realidade, por isso é só um sonho (olha o pessimista aí também).

Dois lados de uma história que possui outras diversas explicações.

Chuva

De repente senti um cheiro de chuva antiga
e a tristeza bateu, como pena em nariz de criança...
se espirrei?
Nada... apenas vivi!

Onde estão as contas?

Finjo esquecer, mas penso.
Penso esquecer, mas finjo.
E assim vou vivendo, como num ato sem fim.
No final das contas sinto falta.
No final das contas tenho sim o medo.
No final das contas consigo ser pior,
por não querer ver minha falha...
e não deixar a sua em paz.
No final das contas eu sei o que quero,
mas tenho medo de não conseguir.
No final das contas sei que quero, sei que preciso...
Mas sempre existe o mas.
No final das contas eu queria ter sempre... tudo isso para ter o que contar.
No final das contas tudo some: os números, o lápis, o papel.
Some você, some eu. Some o sumiço.

E o que fica?