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Mostrando postagens de Fevereiro, 2010

Carnavale!

Nunca fui daquelas que amam carnaval. Contam os dias para pouca roupa, muita bebida, vários cocotinhos e lembranças meio apagadas. Confesso que a alegria das pessoas nesta época do ano me incomoda tanto quanto nas festas de fim de Natal e Reveillon, mas isso fica para outra história.

E escrevendo esta última frase penso que irei me contradizer no texto a seguir. Mas o que é a vida senão uma grande contradição? Logo eu, que odeio contradições e pessoas que anulam seus pensamentos e falas. Tentarei ser o mais clara possível, então vamos lá.

Hoje fiquei feliz ao ver que a Unidos da Tijuca foi a campeã do carnaval carioca. Pelo pouco que vi (a comissão de frente), acreditava veemente que ela deveria vencer esta disputa. Seria certo julgar apenas por ter visto o início do desfile em um flash no telejornal? Não sei, mas talvez meu Diná feeling tenha alertado que durante todo o percurso a escola fez uma bela apresentação e arrancou suspiros da platéia que ali estava.

Mas se eu odeio carnaval po…

ter

Diz o poeta que "a ironia é desejar e nunca ter".
Mas se o desejo está ali, sentado e bem acomodado significa que o ter está próximo, não?
Nem sempre, quase nunca.
O ter é quase utopia, lenda urbana.
E como explicar o fato daqueles que tem muito ou tudo?
Apenas pensam que tem, mas na verdade são vazios e ocos.
Como aquela tal cabeça.

Preciso dizer que...

Parece que fui tomada por uma avalanche de pensamentos, sentimentos, desejos.
Fantasmas do passado querendo me assustar.
Possibilidades sem sentido querendo me enganar, ou simplesmente brincar com o meu saber.
Como a razão se sobressai é bem questionável, mas certo que o alívio não é apenas imediato.
Garante o sono tranqüilo e os tais bons pensamentos antes das horinhas em off.
Novo dia, novas idéias, velhos dramas, velha nova história que se constrói a cada dia.